domingo, 30 de junho de 2019

Ser ignóbil

Não és digno de minhas lágrimas e nem do meu sorriso
Tu és digno do inferno e não és digno do meu paraíso
Tu és digno do meu desprezo
e não és digno da minha dor
és digno da profunda tristeza
não és digno do meu amor
És digno da solidão, do medo e da ilusão,
Não és digno da minha luz, pois as trevas te conduz
não és digno da minha vida, pois a morte é a tua sina
O destino já escreveu: aquela que você conheceu, há muito tempo já morreu e nem no cortejo fúnebre você apareceu. Não eras digno de ver aquele rosto inerte, frio e sem expressão alguma, assim enquanto vivia se tornou o coração, o que tal nunca te pertenceu, deu a outro que cuidou até o último suspiro.

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